Experiencia Universidade Federal do Parana Litoral (UFPR Litoral)

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O projeto político-pedagógico que sustenta a formação dos alunos do ensino superior é fundamento na perspectiva emancipatória de educação. Tem seu aporte teórico em Freire, Gramsci, Marx, Sousa Santos, entre outros. O currículo é organizado em três grandes eixos, que formam os 100% da carga horária, sendo distribuídos em: Fundamentos teóricos práticos (da profissão)60%, Interações Culturais e Humanísticas (ênfase na formação das culturas, da ética e dos processos de humanização) 20%; e Projetos de Aprendizagem (ênfase na pesquisa em temas escolhidos pelos estudantes) 20%. Os dois últimos eixos, ou seja, 40% do currículo são construídos pelos acadêmicos. A formação tem por princípio a pesquisa e como metodologia o desenvolvimento de Trabalhos por projetos. O princípio político-filosófico que suleia a ação docente-discente pauta-se na educação como totalidade, baseada na realidade ooncreta do lugar-mundo; no claro papel social e respectivo compromisso com as comunidades do lugar e com processos de emancipação humana.

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Rua Jaguariaíva, 512, Caiobá, Matinhos, Parana, Brasil BR

Inicio 2005
Final
Corrientes pedagógicas Educación ActivaEducación Activa
Enfoques temáticos Educación Activa
Nivel socio-económico Bajo
Social context Urbano
Cantidad de participantes 300
Nivel educativo y etario Terciario / Superiorterciario
Tipo de organización ⧼rv-experiencia:respuesta-⧽
Tipo de gestión ⧼rv-experiencia:respuesta-⧽
Tipo de educación Formal
¿Ofrece certificación oficial/formal? Si
¿Es arancelada? ⧼rv-experiencia:respuesta-⧽
¿Tiene fines de lucro? No
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¿Es un proyecto virtual o en línea? ⧼rv-experiencia:respuesta-⧽
Experiencia-Universidade Federal do Parana Litoral (UFPR Litoral)-00.png

25° 50' 6.18" S, 48° 32' 18.85" W bajo


urbano 300 formal si

no


http://www.litoral.ufpr.br/ 243 4185

Características

O projeto assenta-se na claro papel social que a Universidade deve desempenhar no lugar onde se instala, ou seja, trabalhar em parceria com as comunidades do lugar, para juntas, somar conhecimentos e forças na perspectiva da emancipação humana.

Fundamentos teóricos

EMANCIPAÇÃO

É uma construção social (FREIRE, 1996, p. 21) e coletiva (Marx (2004): percepção da importância de unir e “nunca mais separar de si esta força social da força política” (...) emancipação constitui uma restituição do mundo humano e das relações humanas ao próprio homem (p. 37)’. Educação: percebida e trabalhada como uma ação inerente ao homem individual, que por meio das relações que estabelece em sua vida cotidiana e em seu trabalho (condição que Marx concebe como “ser genérico”), construa a consciência e a possibilidade de produtor do que o produz, que apreende essa essência humana (apercebendo-se como membro da espécie humana), que lhe permite viver e agir deliberadamente como sujeito, como ser social” (FAGUNDES, 2009, p. 181-2). MARX E ENGELS Concepção materialista da história: explica a consciência dos homens através deles. Até então, o seu ser era explicado por sua consciência (MARX, 1989, p. 407). Com base nessa concepção, instala-se um caminho para a construção da emancipação do homem, formando a “consciência genérica” (MARX, 2004, p. 22). Emancipação: “Qualquer emancipação constitui uma restituição do mundo humano e das relações humanas ao próprio homem [...] só será plena a emancipação humana quando o homem real e individual tiver em si o cidadão abstrato; quando como homem individual, na sua vida empírica, no trabalho e nas suas relações individuais, se tiver tornado um ser genérico; e quando tiver reconhecido e organizado as suas próprias forças sociais, de maneira a nunca mais separar de si esta força social como força política (p. 37).

AUTONOMIA Liberdade: não é uma escolha entre vários possíveis, mas a fortaleza do ânimo para não ser determinado por forças externas e a potência interior para determinar-se a si mesmo; A liberdade é a recusa da heteronomia, é autonomia. (Chauí, 2005, p. 8). Autonomia: produtora de movimento e tensionadora de subjetividades, que desafiará a superação do discurso queixoso à produção de práticas que dêem conta do imperativo da inserção na geração de vida para todos ((Ghiggi, 2002, p. 119).

Prácticas o acciones principales

Formação acadêmica, formação continuada de professores da rede pública, trabalho com as comunidades, trabalho com as escolas, pesquisa-ação.

Referencias externas

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